Na dinâmica do mundo corporativo, a palavra “urgente” muitas vezes é utilizada de forma abusiva e sem uma devida análise de sua real necessidade. Essa tendência de sobrecarregar os colaboradores com atividades “urgentes” pode levar à destruição da produtividade, ao esgotamento e a uma cultura organizacional desequilibrada. Neste artigo, exploraremos os efeitos negativos do uso indiscriminado da palavra “urgente” e discutiremos como as organizações podem se preparar para evitar o colapso de seus talentos mais valiosos.
